De acordo com a agrometeorologista da (Fepagro), Loana Cardoso, a previsão é de temperaturas acima da média em todo o Rio Grande do Sul ao longo de julho. O que não é uma boa notícia, levando em conta que o trigo precisa de boa luminosidade e frio. “O próximo mês será de poucos dias com uma sequência de baixas temperaturas. Será marcado por dias de frio e calor intercalados”. Taciano Reginatto, engenheiro agrônomo da Cooperativa Triticola Santa Rosa (Cotrirosa), revela que parte do que foi semeado entre o final de maio e o início de junho não germinou corretamente devido à falta de umidade do solo. “A procura por sementes foi grande neste ano. Teve produtor que havia aumentando a área e agora está em risco. Segundo Luiz Ângelo Poletto, assistente técnico da Emater, enquanto a cevada se expandiu de cerca de 6 mil hectares para 10 mil neste ano, o trigo deverá repetir os mesmos 28 mil hectares do ano passado. “A cevada tem compra garantida pela Ambev e bom preço, de cerca de R$ 68,00 a saca ante R$ 41,00 do trigo”
Fonte: Jornal do Comércio
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